sexta-feira, 22 de junho de 2012

Tantos em Um: "Ciência e Fé"

Tantos em Um: "Ciência e Fé": Chegou a hora de falar sobre o disco do mês!!! "Science and Faith" é o segundo álbum de estúdio da banda The Script e foi lançado em 2010. ...

Keane Is It Any Wonder live 2007




Is it any wonder that I'm tired?
Is it any wonder that I feel uptight?
Is it any wonder I don't know what's right
Oh these days...

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Crianças Índigo



Nunca tive o menor pudor em misturar Ciência com Deus (fé, ou espiritualidade). Aliás, no meu humilde ponto de vista, esses dois eixos de intervenção na vida humana estão muito mais próximos do que a nossa psique possa imaginar. Em meados de 2009 e 2010 já discutia com a querida Professora Marlene Minzoni (com quem aprendi as mais sábias dicas de didática e sobre a complexidade dos seres humanos) sobre pedagogia do parangolé, pensamento ecossistêmico, e tantos outros assuntos um tanto quanto transcendentais e ao mesmo tempo tão possivelmente inerentes à nossa prática pedagógica e ao nosso conhecimento sobre a formação educacional das crianças. Um de nossos producentes tópicos de diálogo surgiram as crianças índigo cujas características gostaria de compartilhar neste post. 


As crianças índigo começaram a ser notadas a partir da década de 1980 quando os pais, professores e pessoas próximas a crianças em formação passaram a perceber mudanças significativas nas características do seu desenvolvimento. Em muitos casos confundidas como hiperativas, transtornadas ou desligadas, essas crianças começaram a crescer e formar outras gerações de índigo, das quais as mais recentes são frutos do século XXI. 


Observe as crianças ao seu redor e comece a perceber. Algumas crianças tem mesmo o dom de transformar, com simples gestos ou palavras, situações de desconforto ou mesmo de desespero entre os adultos. Em muitos casos, são capazes de, literalmente, nos desestruturar.  Por isso as crianças índigo tem uma capacidade psicológica que vai além das que apresentadas pelos adultos antecedentes à década de 1980. 


De acordo com estudos recentes, mais especificamente nas Universidades norte-americanas, assim como nas inteligências múltiplas, definidas inicialmente por Howard Gardner, as crianças índigo podem apresentar uma ou um conjunto de características especialmente peculiares como: ver o mundo com um sentimento de realeza, desejar estar nesse mundo e fazer algo por ele, questionar situações de autoritarismo e imposição de opiniões, questionar, duvidar e inquirir sobre situações vividas e se aproximar de adultos, pessoas mais velhas ou com mais experiência de vida. Para os cientistas as crianças índigo podem ser: Humanistas, Conceituais, Artistas e Interdimensionais.


Dentre as características que apresentam, a que me deixa um tanto intrigada é que são capazes de ver a aura das pessoas, ou seja, as cores que as rodeiam. 
Particularmente, mesmo sendo cristã, sempre tive dificuldades em entender porque, em muitos momentos, era capaz de enxergar nuvens negras ou cinzas em volta de determinadas pessoas, ou mesmo de sonhar com cores em volta delas. Na verdade eu cresci tentando explicar para meus amigos e familiares, porque muitas vezes “não ir com a cara de alguém” para mim tinha tudo haver com não ver uma cor bonita ao seu redor.
Talvez seja essa a principal característica que me faça querer entender melhor quem são essas crianças. Por hora, muito pouco sei. O que sei é que nasci, cresci, e já devo ter convivido com muitas crianças assim... De certa forma espero que essas crianças brilhantes deixem de ser diagnosticadas como problemáticas, não sejam mais medicadas e sedadas e tornem-se, de fato, uma esperança para o nosso mundo, para a nossa espécie, capazes de alterar os rumos da ciência e da espiritualidade, de forma que se tornem uma coisa só, em prol do desenvolvimento da humanidade!


Vida Inteligente?

Boa Calvin, muito boa!