quarta-feira, 16 de novembro de 2011
O contador de histórias diz...
Que a vida dá muitas voltas, mas isso já se sabe!
Diria ainda o contador de histórias, que a menina esperava por ele nas tardes vazias, sem receber em troca um único olhar...
A menina achava que amava, e esse amor fazia parte da sua história, dos seus dias. Aliás, esse amor, de certa forma, era capaz de movimentar a menina a idealizar sua própria história, da forma mais inocente que poderia... Mas por ser platônico, era um amor unilateral, fadado a acabar um dia. Como por si só bastava, um dia foi adormecido...
A menina cresceu, viveu, caiu, aprendeu. A menina virou mulher, e questionou se, diante de uma nova vida, poderia sentir o mesmo. Afinal, o que estava adormecido não estava esquecido!
A mulher já não espera, ela vive! E sabe que, qualquer que seja a história, desta vez, não é mais unilateral. Além disso, não há mais o que esperar, há que se viver! Não é mais o ideal, é o real. Aquilo que acontece agora, neste tempo, com todas as parcialidades existentes neste contexto.
É... A sua vida...
E o contador de histórias, tampouco a menina/mulher, sabem como essa história continua!
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário