Ainda que o mundo acabe ou que a Luiza volte para o Canadá, em 2012 tentarei vê-lo sob uma nova perspectiva!
Nada de reality shows que repetem mais do mesmo e que manipulam seu conteúdo para enfraquecer minha parca capacidade de compreender os seres humanos! Nada de notícias de entretenimento que sobreponham minha análise sobre questões importantes inerentes à sociedade e ao sistema em que estou inserida! Nada e nenhuma preocupação com o que vão pensar sobre as minhas atitudes, afinal, são MINHAS ora bolas, e devem ser no mínimo, respeitadas!
Quando passamos a vida tentando organizar nossas estratégias de ação pensando sempre no outro, os malefícios podem ser cada vez mais graves, profundos, e porque não dizer, eternos.
Assim, as marcas da vida da modesta criatura que vos fala, trazem uma perspectiva um tanto quanto inusitada: nem isso, nem aquilo!
Parece difícil de entender, mas é fácil! Em 2012 não vou ser, ouvir, falar, ou olhar isso, ou aquilo, desde que não seja ou saia das minhas próprias vontades e desejos. Além disso, sem expectativas, sem frustrações! Talvez observar o óbvio e descobrir o novo a partir do mesmo seja o caminho, ainda que não o melhor, o mais coerente.
"Quando ela era apenas uma garota tinha expectativas sobre o mundo.
Mas, isso foi além de seu alcance. A vida continuou, ficou mais pesada. Hoje cada lágrima é uma cachoeira. Na noite de tempestade ela voou para longe e sonhou com o paraíso. E ainda deitada debaixo do céu tempestuoso ela disse: Eu sei que o sol está pronto para nascer".
Entendem o que quero dizer? Se querem saber, nem eu. Só desejo um ano de menos crítica e mais compreensão. De menos zelo alheio e mais amor próprio. E isso não é querer muito, eu sei!
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