Importantes considerações do colunista Gustavo Ioschpe sobre a verdadeira identidade dos professores brasileiros...
http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/o-que-pensam-os-professores-brasileiros
sexta-feira, 7 de junho de 2013
sábado, 4 de maio de 2013
Como o sábado pode se transformar de pior ao melhor dia da semana
No começo, confesso, achei que seria difícil acordar todos os sábados as 6h30 da manhã e, como se não bastasse, após três horas e meia de manhã em pé, outras três horas a tarde, estudando.
Com o tempo, percebi que a relação de ensino e de aprendizagem é uma construção, estabelecida por bases como disposição, confiança, diálogo, humildade e prazer em estar junto. E com isso percebi que essa tal dificuldade só poderia ser imposta por mim, ou seja, vir ou não da minha pré-disposição em construir essas bases com meus pares.
Então, pude comprovar que o sábio Prof Simonet (de "A corrente do bem" tinha toda a razão). Ter uma boa noite de sono, tomar um banho e um café, chegar no horário e aí "passar a bola", mas ao mesmo tempo participar do jogo, tornou tudo tão tranquilo...
Aprender junto, errar, acertar, dar boas risadas e ver sempre a sala cheia, embora estudantes da área de exatas, considerada uma ciência "fria e calculista", tornou todas as manhãs de sábado, sem dúvidas, uma grande alegria e satisfação.
Mas, como se não bastassem as manhãs, também as tardes foram se enchendo de aprendizado, de uma língua desconhecida, a Libras. Na primeira tarde o sentimento era tão somente de cumprimento de um dever de "educadora". Porém, as tardes, assim como as manhãs, foram se enchendo de sentido, de vida, de descoberta, de amizade, de companheirismo e de valorização do outro, em sua forma original, pura, com a sua característica mais singular, a vivência da inclusão de fato.
E hoje, sábado, dia 04 de maio de 2013, tenho a certeza que o suposto "pior dia da semana" é, com certeza, neste momento, o dia em que me sinto mais completa e mais digna dos títulos cidadã e educadora. Sou eu, ensinando, aprendendo, convivendo, vivendo... E tudo isso seguido de descanso, casa, família, carinho, amor, amizade e mais vida.
E aí toda aquela tristeza de ontem foi embora, nem existe mais, afinal, o sentido da vida está em valorizarmos o que realmente importa... não é mesmo?
Com o tempo, percebi que a relação de ensino e de aprendizagem é uma construção, estabelecida por bases como disposição, confiança, diálogo, humildade e prazer em estar junto. E com isso percebi que essa tal dificuldade só poderia ser imposta por mim, ou seja, vir ou não da minha pré-disposição em construir essas bases com meus pares.
Então, pude comprovar que o sábio Prof Simonet (de "A corrente do bem" tinha toda a razão). Ter uma boa noite de sono, tomar um banho e um café, chegar no horário e aí "passar a bola", mas ao mesmo tempo participar do jogo, tornou tudo tão tranquilo...
Aprender junto, errar, acertar, dar boas risadas e ver sempre a sala cheia, embora estudantes da área de exatas, considerada uma ciência "fria e calculista", tornou todas as manhãs de sábado, sem dúvidas, uma grande alegria e satisfação.
Mas, como se não bastassem as manhãs, também as tardes foram se enchendo de aprendizado, de uma língua desconhecida, a Libras. Na primeira tarde o sentimento era tão somente de cumprimento de um dever de "educadora". Porém, as tardes, assim como as manhãs, foram se enchendo de sentido, de vida, de descoberta, de amizade, de companheirismo e de valorização do outro, em sua forma original, pura, com a sua característica mais singular, a vivência da inclusão de fato.
E hoje, sábado, dia 04 de maio de 2013, tenho a certeza que o suposto "pior dia da semana" é, com certeza, neste momento, o dia em que me sinto mais completa e mais digna dos títulos cidadã e educadora. Sou eu, ensinando, aprendendo, convivendo, vivendo... E tudo isso seguido de descanso, casa, família, carinho, amor, amizade e mais vida.
E aí toda aquela tristeza de ontem foi embora, nem existe mais, afinal, o sentido da vida está em valorizarmos o que realmente importa... não é mesmo?
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Daylight
Algumas músicas tem o poder de se misturar aos fatos da vida.
Os sons, assim como os gestos, misturam-se à nossa existência e dão sentido à ela.
Assim como a música, tudo o que acontece ao nosso redor tem um sentido.
Cada vez que eu penso na vida, no amor que temos à nossa família e às pessoas que amamos, penso em como será quando tivermos que deixá-las.
Por que o ciclo da vida é tão curto? Por que coisas começam e terminam tão rápido? Por que a morte leva as pessoas que mais nos fazem bem? Por que um dia teremos que ir também?
O melhor que temos a fazer é ficarmos perto, bem perto, e aproveitar cada segundo, antes que a "luz do dia" chegue...
Os sons, assim como os gestos, misturam-se à nossa existência e dão sentido à ela.
Assim como a música, tudo o que acontece ao nosso redor tem um sentido.
Cada vez que eu penso na vida, no amor que temos à nossa família e às pessoas que amamos, penso em como será quando tivermos que deixá-las.
Por que o ciclo da vida é tão curto? Por que coisas começam e terminam tão rápido? Por que a morte leva as pessoas que mais nos fazem bem? Por que um dia teremos que ir também?
O melhor que temos a fazer é ficarmos perto, bem perto, e aproveitar cada segundo, antes que a "luz do dia" chegue...
quinta-feira, 21 de março de 2013
A VERDADEIRA INTELIGÊNCIA É UM MISTO DE COGNIÇÃO E EMOÇÃO
"Sabe-se agora que aquilo que chamamos de inteligência humana é na verdade um somatório de vários fatores, aparentemente desconectados entre si. Entre eles, os fatores emocionais e afetivos, corporais, instintivos, e outros."
Em resposta a todos aqueles que atribuem a inteligência aos títulos e rótulos acumulados socialmente, achando que podem medir a capacidade das pessoas pela quantidade de cursos realizados e títulos adquiridos (o pobre meio acadêmico tão "intelectualizado" e fora da realidade), a inteligência é um conjunto de fatores pessoais e interpessoais, constituídos pelo ser humano e pelo meio em que vive. O QI (quociente intelectual), seja ele medido por testes psicológicos, seja ele obtido pelo grau de indicação, relacionado aos poderes, não faz sentido.
Somos um conjunto. Formados pela cognição e pela emoção, e com as nossas inteligências múltiplas devidamente estimuladas e desenvolvidas, podemos chegar a altos índices de aproveitamento intelectual, ocupar altos cargos, desenvolver habilidades de liderança, e outros, e isso não depende só do ensino formal. Definir múltiplas inteligências é incluir.
Para saber mais sobre inteligências múltiplas, basta copiar e colar o link abaixo no browser e baixar a Revista Oásis #100:
www.brasil247.com/attachment/130/Oásis-Edição
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
É de se espantar?
Eu sempre pensei que teria o direito de viver no reino da bondade e da verdade.
Agora, penso que eu estava errada.
É de se espantar que eu esteja cansada?
É de se espantar que eu me sinta tensa?
É de se espantar eu não saiba o que é certo?
Às vezes é difícil saber onde estou.
Ou talvez tudo seja um quebra-cabeça que eu não entenda.
Às vezes tenho a sensação que estou indefesa na hora errada.
Onde amor é só uma letra de música, uma rima de criança, uma frase de efeito.
É de se espantar que eu me sinta amedrontada?
É de se espantar que eu me sinta traída?
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